Os Templários, como a grande gama de estudiosos e até mesmo leigos no assunto sabem, foram uma ordem militar e religiosa cristã da Idade Média, que protegia o Reino Latino de Jerusalém e seus habitantes, como força militar durante as Cruzadas, inicialmente proclamadas pelo Papa Urbano II.
Eram conhecidos também como "Os Pobres Cavaleiros Templo de Salomão" (nome oficial) e eram os mais bem treinados homens da Idade Média.
Hughes de Payns foi o criador, juntamente com outros homens, desta ordem militar-religiosa, dentro das ruinas do Templo de Salomão, destruido pelos romanos no séc. I da Era Cristã.
Depois de algum tempo, quando as cruzadas não tinham mais o objetivo inicial, eles se concentraram na Europa. O Rei da França, Felipe O Belo, querendo tomar posse dos bens dos Templários, os acusa de heresia, sodomia, entre outras. O Papa, sem saber do que está acontecendo, da o aval para que o julgamento se inicie.
Várias testemunhas confirmam as acusações e eles são perseguidos e mortos pela Inquisição, sendo seu último Grão-Mestre, Jacques DeMolay, morto na noite do dia 12 para 13 de outubro de 1307, edifícios e todas as sedes dos templários são invadidos, os soldados são presos, torturados e consumidos nas fogueiras, como se fossem realmente hereges. O último grão-mestre desta ordem, Jacques de Molay, ao ser executado em meio às chamas, teria lançado maldições a todos os seus perseguidores, principalmente ao Rei, ao Papa e a um cavaleiro, Guilherme de Nogaret, executor das ordens reais.
Dizem as lendas que alguns deles, fugindo da perseguição que se iniciara, se refugiam na Escócia e em Portugal. Na Escócia, eles tomariam o disfarce de pedreiros, construtores de catedrais, formariam o que hoje seria a moderna Maçonaria.
Em Portugal, seriam acolhidos pelo Rei D. João I e formariam a Ordem de Aviz. Sua cruz, seria a mesma cruz que representaria o Reino e seus domínios, seria mesma que encontrou o Brasil pela primeira vez.
Os Maçons, até hoje, dizem que a Igreja, juntamente com o Rei da França, condenou toda a Ordem. Mas, um documento chamado "O Pergaminho de Chinon", encontrado no Arquivo Secreto do Vaticano, provou que o Papa jamais os teria condenado, mas, apenas suspendido a ordem por tempo indeterminado.
As palavras do Grão-Mestre agora são apenas uma lenda, pois o próprio Papa os havia escutado que confessaram os crimes sob tortura dos agentes reais franceses. Mas o fez as escondidas, por medo de alguma retaliação do Rei contra Roma (coisa sumamente comum naquela época).
Os pergaminhos de Chinon, de uma vez por todas, prova que as afirmações da Maçonaria contra a Igreja verdadeiramente são FALSAS!
terça-feira, 7 de julho de 2009
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