segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Fala o Antigo Testamento de Jesus - o Messias?

Sem dúvida. Os Profetas de Israel anunciaram, durante dois milênios, que Deus lhes revelara a vinda de Jesus, do Messias, a salvar o mundo.

Deus prometeu um Redentor ao primeiro homem, Adão (Gn 3.15).

Ele seria da linhagem de Sem (Gn 9.26), de Abraão (Gn 22.18), de Isaque (Gn 26.4), de Jacó (Gn 28.14; Nm 24.17), da tribo de Judá (Gn 49.8-10, Conf. Hb 7.14), e da família de David (Is 49.8-10, Conf. Rm 7.3; 2 Tm 2.8).

Moises diz que Ele será um grande Profeta (Dt 18.18).

Isaias, que a sua vinda será precedida de paz universal (Is 2.4).

Malaquias fala-nos do seu Precursor (Ml 3.1).

Nascerá de uma Virgem (Is 7.14), na cidade de Belém (Mq 5.2), antes da completa sujeição de Israel da destruição do segundo Templo (Gn 49.10; Dn 24.27).

Os Profetas chamam-Lhe Senhor (Sl 2.2), Jesus ou Salvador (Is 2.5; Hab 3.8).

Deus poderoso (Is 9.6), Emanuel ou Deus Conosco (Is 7.14), Pai do século futuro, Principe de Paz (Is 9.6).

Falam-nos de sua pobreza (Sl 86.16), obediência, mansidão (Sl 39.9; 119.7), de sua pregação pública (Is 9.1-2; Conf. Mt 4.15), de seus milagres (Is 35.5-6), e do reino universal e eterno, que viria fundar (Sl 44.7-8; 2.7-8).

Dizem-nos que Cristo seria pedra de escândalo e ocasião de ruína para muitos (Is 8.14, Conf. Lc 2.34); que seria vendido por 30 dinheiros de prata (Zc 11.12); que seria levado como um cordeiro ao matadouro (Is 53.8); que seria crucificado (Zc 13.6); escarnecido pelo povo (Jr 20.6; Sl 21.8, Conf. Mt 27.34); que os soldados haviam de lançar sortes sobre seus vestidos (Sl 31.19; Conf. Mt 27.35); que Lhe haviam de dar a beber vinagre (Sl 68.22; Conf. Mt 27.34); que o seu sepulcro seria glorioso (Is 11.10); que o seu corpo não veria a corrupção (Sl 15.10) e de lá derramará o seu Espírito sobre toda a carne (Joel 2.28).

À luz do Testamento, muitas destas profecias demonstram que Cristo era Deus.

Jó identifica o Messias com Deus: "Eu sei que o meu redentor vive, e que eu no derradeiro dia surgirei da terra... E na minha própria carne verei a meu Deus" (Jó 19.25-26).

Os salmos, livro dos hinos sublimes de Israel declaram que o Messias é Deus eterno, cujo reino durará para sempre:

"Tu és meu Filho, eu te gerei hoje" (Sl 2.7; Conf. At 13.33; Hb 1.5). "O teu trono subsistirá por todos os séculos... Deus, o teu Deus ungiu-te" (Sl. 44.7-8; Conf. Hb 1.8).

Jesus Cristo era "A esperança de Israel, o seu Salvador", como predisse o profeta Jeremias (Jr 14.8) o "Consolador de Israel", tão ansiosamente esperado pelo velho Simeão (Lc 2.25).

O próprio Jesus Cristo apelou sempre para o cumprimento das profecias que Lhe respeitavam. Dizia: "Examinai as Escrituras... Elas mesmas são as que dão testemunho de mim" (Jo 5.39).

Expondo Isaías (Is 61.1) na Sinagoga de Nazaré, declarou: "Hoje cumpriu-se esta escritura nos vossos ouvidos" (Lc 4.21)

Quando a mulher de Samaria Lhe disse: "Eu sei que está a chegar o Messias", disse-lhe Jesus: "Sou eu mesmo, que falo contigo" (Jo 4.25.26).

Quando os discípulos no caminho para Emaús o não reconheceram, Ele "começando por Moisés, e discorrendo por todos os outros profetas, lhes explicava o que se achava dito dEle em todas as escrituras" (Lc 24.27)

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